A Falta de Atenção e Negligência Fazem Afogamentos Disparar nos Dias mais Quente em São Paulo

A Cidade de São Paulo registrou à tarde mais quente do ano 34 graus e o Sol forte atraiu centenas de pessoas para a Praias e também as represas. São Paulo não tem mar, então as represas com sua praia genérica, as pessoas passar o dia nelas. Na Guarapiranga Zona Sul da Cidade, só faltaram a areia e guarda Sol, o resto teve de tudo, cavalo, prancha, caiaque, Jet ski, boia, Barco e comida, muita bebida e outras coisas. Esse Coquetel de álcool e drogas dentro e fora d’água, que está por trás da maioria dos afogamentos. O Salva-vidas tem muito trabalho e não tiraram o olho da multidão. A preocupação tem motivo os afogamentos em Praias é represas pelo aumentaram de 20% este ano em relação ao mesmo período do ano passado, 303 pessoas morreram em 2020, a maior parte nas represas em rios do Estado.

Em Guarapiranga as praias públicas estão fechadas por causa do isolamento social, mas os estacionamentos particulares não fazem restrições. Por isso os Bombeiros recomendam, entrar na água só em locais com salva-vidas, respeitar as placas de advertência principalmente as de Perigo, evitar refeições pesadas antes de entrar na água, antes de mergulhar checar a profundidade no local pode ter galhos e pedras no fundo, nadar sempre longe de embarcações motorizadas e o principal entender que álcool e água não combinam.