Cerimônia de Posse dos Ministros José Levi e André Luiz no Palácio do Planalto

Apesar da decisão do STF Bolsonaro disse que ainda sonha em colocar Alexandre Ramagem na direção da Polícia Federal e o presidente deu Posse ao novo Ministro da Justiça e Segurança Pública e também ao novo Advogado Geral da União. Estava todo preparado para três postes, mas com a decisão da Justiça, Alexandre Ramagem, nem apareceu na cerimônia. Entre os convidados estavam o do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e o Ministro do Supremo Gilmar Mendes, o presidente do Superior Tribunal de Justiça João Otávio de Noronha.

O primeiro a tomar posse foi o novo Advogado-geral da União José Levi, segundo Bolsonaro, ele foi escolhido por unanimidade no núcleo do Governo. Levi prometeu lealdade à democracia as funções e a constituição. André Luiz Mendonça que deixou AGU tomou posse como Ministro da Justiça e segurança pública. No discurso, citou quatro compromissos no estado de direito, combate ao Crime Organizado, corrupção, tráfico e violência. Atuação integrada com a Polícia e ainda trabalhar pela justiça e segurança da população.

Essa foi mais uma cerimônia no Palácio do Planalto em que a maioria das pessoas, não seguiu as regras de distanciamento social. O presidente começou o discurso chamando o novo Ministro da Justiça de “Terrivelmente Evangélico”, adjetivo que ele já havia usado antes para descrever um bom perfil para o Supremo Tribunal Federal. Teceu elogios ao chefe do Judiciário e elevou o tom ao falar da independência dos poderes.

Sem tocar no nome do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro que deixou o Governo acusando o presidente de interferir politicamente nas investigações da PF, Bolsonaro afirmou que o novo Ministro terá liberdade para formar sua equipe. Mas deixou claro que não desistiu de nomear Alexandre Ramagem para direção Geral da Polícia Federal. Oficialmente ninguém diz como vai ser assistência em nomear Alexandre Ramagem. Nos bastidores se limitam a dizer que Bolsonaro sinalizou a vontade pessoal dele. O acordo horas antes do discurso era outro, segundo fontes do Planalto depois de Bolsonaro discutir com os seus auxiliares o cenário desfavorável, ouve a decisão de não manter disputa judicial.

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