Diversos Clubes fazem redução de salário e doações contra o coronavírus

A questão da redução dos salários é o mais comentado na Europa, esse assunto é muito polêmico e praticamente só se fala disso no centro esportivo no momento. Principalmente na Inglaterra entre os clubes da Premier League, os 20 clubes que compõem a primeira League inglesa e o sindicato dos jogadores profissionais do Reino Unido. Os clubes querem uma redução de 30% do salário e o Sindicato dos jogadores não aceita essa redução.

Em meio a uma crítica do governo aos clubes e aos jogadores na Inglaterra, por não está contribuindo no momento tão difícil, quanto esse da pandemia de coronavírus. Cinco clubes da Premier League entre eles o Totó, resolveram diminuir o salário para pagar aos que ganham menos nos seus clubes, para poder passar parte salário para o governo e pagar no sistema de assistência à população britânica a partir de Junho.

O Hênderson que é capitão do Liverpool, já havia dito que ele vai fazer uma doação diretamente ao NHS que é o sistema público de saúde britânico, equivalente na Inglaterra. Uma conduta parecida com a de Guarde, capital do Manchester United, ele disse que vai doar 30% do salário dele e acredita que outros jogadores do Manchester também vão doar 30% do seu salário.

No restante da Europa vimos posturas muito diferentes como, por exemplo a destacada no jornal francês l’equipe do Lionel Messi, O jogador do Barcelona Argentino, como se fosse o Chê Guevara, líder da revolucionária Argentino que foi muito presente na Revolução Cubana na década de 60. Mostrando que Messi foi um líder para reduzir em 70% o salário dos jogadores do Barcelona e assim garantir o salário dos que ganham menos, dentro da estrutura do clube.

É essa postura foi também seguida pelos jogadores do Atlético de Madrid, uma diminuição de 70% do salário. Cristiano Ronaldo por sua vez outro jogador do futebol mundial, contínua em Portugal recluso em seu auto isolamento com a família, mas fazendo doações na Ilha da Madeira em Funchal local onde ele nasceu.

São tempos de solidariedade em todos os países e no futebol não poderia ser diferente.

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