Governador do RIO é Wilson Witzel investigado na operação Placebo

A justiça suspendeu a nomeação do secretário de Saúde do Rio de Janeiro Ademar Santos para chefiar a secretaria extraordinária das ações de combate a COVID-19. Ele tinha sido exonerado na semana passada pelo Governador Wilson Witzel investigado na operação Placebo. A polícia investiga se a primeira-dama do Rio de Janeiro Helena Witzel recebeu dinheiro para beneficiar fornecedores do estado, o esquema pode ter sido o mesmo utilizado pelo ex-Governador Sérgio Cabral e a mulher dele Adriana Ancelmo.

 Helena Witzel tem 39 anos e três filhos com o Governador Wilson Witzel, foi aluna dele em Vila Velha no Espírito Santo, os dois são casados há quinze anos e mora no Rio de Janeiro desde 2010, quando Witzel então Juiz Federal foi ameaçado pelo tráfico. A primeira-dama teria muita influência nas decisões do Governador, ela não costuma dar entrevistas e na internet pública fotos em trabalhos sociais, uma das paixões é o carnaval.

A Polícia Federal investiga se Helena a recebeu dinheiro para beneficiar fornecedores do Estado por meio do seu escritório de advocacia. Ela disse que recebeu por serviços contratados e que foram prestados e declarados. O caso deles lembra o da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, a advogada foi condenada a 18 anos de prisão por usar o seu escritório para lavar dinheiro no esquema criminoso do marido o ex-governador Sérgio de Cabral. Adriana Ancelmo sempre gostou de ostentar poder com dinheiro público, adorava usar vestidos de marca e joias caras, chegou a comprar um diamante Amarelo, uma Pedra Rara por quase dois milhões de reais.

De acordo com os especialistas é comum usar pessoas próximas nos esquemas de lavagem de dinheiro entre marido e mulher, além da confiança existe a facilidade da convivência diária e da comunicação verbal o que evita a troca de mensagem e de e-mails telefonemas ou o envio de documentos.

 

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