O quê é a COVID 19 e como ele espalha pelo mundo em mais de 140 Países

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou nesta quarta que é disseminação da COVID 19 pelo mundo evoluiu para uma fazer mundial, isso acontece após o novo coronavírus espalhavam para 114 países infectando 118 mil pelo mundo. Mas de 4.000 já morreram por causa da doença. Mas o que é uma pandemia e o que muda agora que é o MS passou a adotar este nome?

Quando uma doença nova para qual as pessoas não têm imunidades se alastram, e passa a ser detectada em vários lugares do mundo ao mesmo tempo, o que é definir não é a gravidade, mas é atribuição geográfica, ou seja, não é algo mais localizado em um lugar outro como foi o caso da China. No início do surto do coronavírus, as pessoas em qualquer país está sujeitas a infecção, por exemplo, da disseminação do vírus influenza a H1 N1 em 2009 a mais recente pandemia vista pelo mundo. Pandemia são diferentes de epidemias de infecções.

 

Epidemias descrevem o aumento de casos até um ponto máximo seguido por uma diminuição é o que ocorre nos países que enfrentam ondas de gripe A. Um aumento das ocorrências no outono-inverno, geralmente e depois os casos diminuem. Todo ano isso acontece em regiões africanas que enfrenta pandemia pelo menos desde 1580 quando o vírus do tipo influenza aquele que causa a gripe suína na Ásia e se espalhou para a África Europa e América do Norte.

Mais recente em 1918, foi a gripe espanhola que estima-se matou 50 milhões de pessoas, a MS afirmou que o uso do termo para descrever a disseminação do novo coronavírus não muda avaliação da organização sobre a ameaça representada pelo vírus, nem as recomendações feitas até então os países a mensagem, de que ainda é hora de se trabalhar para evitar que a doença se Espalhe ainda mais. Nesse sentido diretor-geral da OMS destacou que o termo pandemia não deve ser usado à-toa para causar pânico nem para criar um sentimento de que estamos perdendo a luta, ele afirmou que ainda é possível reverter o quadro atual a pena ressaltar que as recomendações não mudam.

Os infectologistas com quem conversamos afirmam que a declaração de pandemia tem uma série de consequências práticas, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta, disse que o Brasil passa a considerar como suspeitos todos os casos de Viajante com sintomas Associados a infecção vindo de qualquer parte do mundo. Os Viajantes que apresentam sintomas, mas viessem de outros países da América do Sul ou da África, não eram tratados como suspeitos agora a regra vale para quem vem de todos os continentes, algo que pode ajudar a evitar novas transmissões.

O infectologista da USP, Marcos Cintra, disse que pandemia também facilita importação de produtos no tratamento das infecções como, máscara e medicamentos, segundo ele esses insumos acelera a entrada deles. Na Câmara o ministro da saúde do Brasil diz que está pedindo mais recursos para lidar com a doença, Luiz Henrique Mandetta e outros especialistas, dizem que há uma tendência de crescimento exponencial dos casos nas próximas semanas, os setores avaliam que deve chegar o momento em que casos suspeitos deixaram de ser examinadas em laboratório. Os médicos vão simplesmente partir do pressuposto de que o paciente está infectado.

A preocupação maior será com os idosos que são mais vulneráveis à morte pela infecção, o coronavírus apresentam grande potencial de transmissão, mas tem dado sinais de que a menos letal do que aqueles que outras duas epidemias nas últimas décadas, a OMS estima que 3,4% dos pacientes morrem por causa da coronavírus, a doença causada per ele é menor que a SARS, causado por outro tipo de coronavírus em 2003. Teve taxa de mortalidade de 10% no caso da síndrome respiratória no Oriente Médio 35% dos infectados morreram, mas coronavírus causa uma taxa de mortalidade de 3,4%.

Ainda não se sabe como será a nossa relação com o coronavírus no futuro. O vírus não deve desaparecer é possível que tenhamos de continuar a conviver com ele, assim como hoje convivemos com vírus do tipo (influenza). A esperança que surja uma vacina que seja capaz de impedir novas infecções, vários países já estão trabalhando para tentar desenvolver essa vacina.

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